O amor nos tempos da crise

Há muito que a ideia de família vem se transformando. E não poderia ser de outra forma. Afinal, os diversos modelos têm sido testados ao longo da história, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, em efervescentes núcleos de gente que se une por atrações, necessidades e interesses diversos. Inclusive por amor que, vamos combinar, é a melhor conveniência.

O fato é que nesses dias de vacas magras e despesas gordas, além dos indiscutíveis ganhos afetivos, o momento é muito bom para encontrar alguém com quem compartilhar o aluguel e a louça a ser lavada. Sem contar os sonhos, que são muito melhores quando alimentados juntos.

Foi-se o tempo em que Francisco Alves, em outros carnavais, cantava o espírito de sua época: “A vida de casado é boa, mas a vida de solteiro é melhor”.  Hoje em dia, a proposta nesse hit dos anos 40, é uma das maiores roubadas em que se pode embarcar.

Pensando bem, poucas vezes, na história mal contada desse país, a liberdade - principal plataforma ideológica dos sozinhos – teve seu preço tão inflacionado. Pra ficar só na esfera da sobrevivência: aluguel, condomínio, transportr, deliveries em geral, tudo está pela hora da morte.

Por outro lado, essa fase adversa oferece boas oportunidades para a constituição de famílias, lares e uniões em vários formatos, tendências e orientações. Ampliando, cada vez mais, todos esses conceitos. E que, além disso, podem ser alternativas economicamente saudáveis.

Mesmo assim, do ponto de vista estritamente financeiro, alguns tipos de união parecem ser mais atraentes. O gênero masculino, por exemplo, ainda é melhor remunerado que o feminino, logo um par de mulheres teria então, em tese, uma renda menor.

Isso quer dizer que, se o amor foi capaz de criar novas possibilidades de meiar a pizza e a assinatura de TV, infelizmente ainda, os gêneros continuam sendo valorizados de forma desigual. 


De qualquer forma, nesses tempos de crise, mais do que nunca, qualquer maneira de amor está valendo muito mais a pena.


Dear music fans

Today we are shutting down Grooveshark

We started out nearly ten years ago with the goal of helping fans share and dicovering music, But despite best of intentions we make very serious mistakes.
We failed to secure licenses from rights holders for the vast amount of music on the service.

That was wrong. We apologize.
Without reservation.

As part of a sttlement agreement with the major record companies, we have agreed to cease
operations immediatlly wipe clean all off the record companies’ copyrighted works and hand over
ownership of this website, our mobile apps  and intelectual property, including our patents and
copyrights.

At the time of our launch, few music services provided the experience we wanted to offer – and
think you deserve.Fortunately, that’s no longer the case. These are now hundreds of fan friendly,
affordable services available for you to choose from, including Spotify, Deezer, Google Play, Beats
Music, Rapsody and Rdio, among many others.

If you love music and respect the artists, songwriters and everyone else who makes great
music possible, use a licensed service that compensates artists and others rights holders. You
can find out more about the many great services available where you live here
http//whymusicmatters.com/find-muisic.

If has been a privilege getting to know so many of you and enjoying great music together. Thank you
for being such passionate fans.

Yours in music,
Your frienddas at Grooveshark

April 30, 2015

http://html5.grooveshark.com

Design também é rock.


 "Sticky Fingers" de 71 lançou também o logo criado por Ernie Cefalu e desenhado por John Pasche.




Amanhã tudo volta ao anormal.


Se você fosse sincera, Aurora, concordaria que, por traz dessa explosão de alegrias glamourizadas pela mídia, existe uma sombra um tanto melancólica no Carnaval. Não fosse o envolvimento impregnado de intenções comerciais da TV, quem sabe a festa pudesse ser apreciada de uma forma menos espetacular e mais natural.

Por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu? Que seria da gente sem cerveja, sem Veja, sem Momo, sem Globo? Afinal, todo mundo leva vida no arame. E sem sassaricar
essa vida é um nó, temos de admitir.

Vestir uma camisa listrada e sair por aí é mais que passado, é ultrapassado. Não me diga mais quem é você!
 Amanhã tudo volta ao anormal.
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